terça-feira, 12 de agosto de 2025

Entrevista - Etros

 


- Bacana demais conhecer vocês da ETROS. Fomos muito bem informados sobre vocês pela MS Metal Agency Brasil. Então fica aqui os nossos parabéns pela jornada. Como vão as coisas? O que vocês têm feito ultimamente?

R: Obrigado! Nossa jornada tem sido bem legal, os shows estão ótimos e estamos bem felizes com o alcance e o retorno que o álbum vem trazendo.

- Conheci o álbum de vocês, e confesso que amei o trabalho. Este formato está nos planos novamente?

R: Sim, esse álbum foi feito com muito trabalho e dedicação, e o resultado vem sendo ótimo

- A letra inusitada de “Consciente Vivo” ficou excelente. De quem partiu a ideia para registrar essa música? Parabéns pelo resultado...

R: Normalmente eu (Edu), tomo conta dessa parte de compor e fazer as letras, pois compor é algo que gosto demais de fazer, e faço com alegria. Essa música veio de forma bem natural na vdd, e depois que ela foi executada na rádio 89 de São Paulo, ela vem sendo a música mais executada nas nossas plataformas, algo que nos dá muito orgulho.

- “Quisera Eu” é autoral e bem madura em toda a sua estrutura. Como vocês a avaliam depois de tempos do seu lançamento?

R: É uma grande música, com todos os elementos que definem bem nosso som, ela é a preferida de muitas pessoas, e sempre a tocamos nos shows.

- Vocês já definiram a possibilidade de abraçar o inglês nas letras? Acho que vocês se dariam melhor no mercado internacional, desta forma, não?

R: Já pensamos nisso sim, inclusive para o próximo álbum deve entrar uma música em inglês, porém como estamos no Brasil, achamos importante conquistar primeiro o público que está mais próximo a nós, e cantando em português isso fica bem mais natural, e também por ser nossa língua nativa, por mais que o inglês seja o idioma oficial do rock, como estamos no Brasil, seguimos nosso idioma, mas caso se faça necessário um dia, podemos sim migrar pro inglês

- Como funciona o trabalho de produção da banda quando está em estúdio? Vocês já estão trabalhando em algo novo neste sentido?

R: Já sim, estamos sempre trabalhando em coisas novas, guardando ideias e pensando em como será o próximo álbum. Normalmente eu (Edu) trago uma base e uma letra, e em cima disso, vamos desenvolvendo a ideia até que ela dê fato se torne uma música.

- “Efeito Moral” foi uma ótima surpresa. Vocês concordam que ela pode vir a se tornar uma música obrigatória nos shows da banda?

R: Ela já é na verdade, sentimos que ela tem todo potencial pra se tornar um hit, pois muita gente já canta o refrão dela conosco nos shows, e isso nos enche de orgulho, dessa forma, ela já é obrigatória nos shows.

- Eu também gostei bastante de ”Calabouço”, mas ela se difere bastante das demais. Foi algo intencional ela ter esta estrutura tão própria?  

R: Não exatamente, pois as músicas saem de forma bem natural, ela é bem pesada e cheia de energia, é um momento do show em que todos praticamente balançam a cabeça no ritmo da música, algo incrível de ver para nós como banda.

- 2025 ainda está rolando por aí. Quais os planos da ETROS para este ano vigente?

R: Temos algumas datas de shows até o fim do ano, seguiremos com essas datas pra divulgar ainda mais o álbum, e para o primeiro semestre do ano que vem, lançar o próximo álbum.

- Parabéns novamente pelo trabalho de vocês, caras. Existiu algum assunto importante que não foi citado aqui?

R: Creio que não, obrigado pelo tempo dedicado a ouvir nosso trabalho e para a entrevista, e seguimos aqui fazendo nosso trabalho com muita intensidade e dedicação, pois isso dá nossa parte nunca vai faltar com certeza.

 

Obrigado.

quinta-feira, 7 de agosto de 2025

INFEKTOR SELF FESTIVAL: anunciado sua 11ª edição com peso, resistência e cultura independente no Piauí

 No dia 13 de setembro de 2025, Teresina será novamente o epicentro do peso underground piauiense com a realização da 11ª edição do Infektor Self Festival. Reconhecido como um dos eventos mais autênticos e consistentes do cenário independente, o festival traz em sua essência a união de bandas extremas, artistas independentes e ações afirmativas que dialogam com juventudes e movimentos culturais diversos.

Com produção da GAGAU PRODS & ALIADOS, liderada por Pedro “Hewitt”, o festival mantém sua proposta de dar palco à música pesada, artes visuais e expressões urbanas, valorizando a cultura que resiste às margens da indústria.

O line-up da 11ª edição já foi divulgado e inclui nomes de peso do Black Metal e Death Metal, com a estreia da horda DIABO nos palcos do Infektor, além de bandas veteranas e novas apostas do cenário.

Mais do que protesto, o Infektor Self Festival é também um ato político-cultural. A entidade organizadora comprova sua atuação desde 2014 nas políticas de juventude e na cultura independente, com iniciativas que vão desde a promoção de eventos e festivais, até debates sobre diversidade, combate à intolerância religiosa, empreendedorismo cultural e alimentação vegana no meio underground.

O impacto do festival ecoa além dos palcos, com ampla cobertura por mais de 20 sites e colunas vinculadas ao evento, incluindo portais como Geleia TotalPortal do InfernoHeadbangers NewsSubterrâneo MetalpunkWhiplashRCP Alagoas e Lucifer Rex, além de conteúdo exclusivo em redes sociais.

Ingressos já estão disponíveis com venda antecipada na Stillus RockSympla e pelo Instagram da produção.

Para mais informações, ingressos e merchandise:
https://www.instagram.com/isf.666/
https://www.sympla.com.br/evento/infektor-self-festival-11/2962115?referrer=www.google.com

quarta-feira, 30 de julho de 2025

OBTUS: Banda lança videoclipe de “Ver-Ouvir-Calar” com crítica social contundente

A lendária Obtus, um dos pilares do hardcore/punk do Nordeste, lançou recentemente um videoclipe impactante para a música “Ver Ouvir Calar”, faixa-título de seu primeiro álbum completo lançado em 2014.

Formada em meados dos anos 1990, a Obtus emergiu como uma das bandas que resistiram e se mantiveram ativas por mais de duas décadas no underground piauiense. Com o álbum Ver Ouvir Calar (2014), a banda reafirmou sua relevância com letras afiadas que rompem com a complacência e a alienação social (noiseland.com.brhominiscanidae.org). A faixa-título serviu como hino para uma geração que cansou de apenas assistir, ouvir e calar — agora visualmente reinterpretada através de um personagem marginalizado que se tenta sair do silêncio.

No centro do videoclipe está o personagem Carlos “Skilo”, figura que representa o cidadão marginalizado de Teresina — invisível para a cidade, mas ao mesmo tempo sujeito a ser um “alvo social”. O roteiro busca expor a vivência cotidiana de discriminação, abandono e silenciamento, transformando o imaginário invisível em grito visual. A ideia é confrontar o espectador com a dura realidade de quem é visto apenas como problema, enquanto sua voz permanece calada.

O projeto foi realizado com recursos da Lei Complementar nº 195/2022 (Lei Paulo Gustavo), via patrocínio do Ministério da Cultura/Governo Federal, com apoio da SECULT – Secretaria da Cultura do Estado do Piauí. A concepção do roteiro ficou por conta de Eduardo Crispim e Assis Machado, integrantes veteranos da banda que guiaram a mensagem visual com a mesma força das letras.

Há décadas, Obtus firma-se como banda política e contestadora, usando o punk/hardcore como arma para denunciar injustiças e chamar atenção às tensões sociais de Teresina. Como bem descreveu Eduardo Crispim há anos:

“Não era música para agradar, era música para agredir” — filosofia que a banda mantém até hoje (noiseland.com.brrevistaacrobata.com.br).

A cena punk da cidade sempre carregou uma crítica afiada ao sistema e à apatia cultural local — onde muitos vivem como “invisíveis” e são ignorados por quem administra e pela sociedade. Um movimento que se articula na rua, nos shows e nos zines, mas que ainda enfrenta resistência e incompreensão de uma comunidade com mentalidade conservadora e pouco interesse por arte contestadora (Portal Luneta).

Por que o clipe importa (opinião de quem vos escreve):

  • “Ver Ouvir Calar” ganha corpo e humanidade no vídeo: os silenciados falam, ainda que o sistema tente abafá-los.

  • O uso de produção realizada com incentivo cultural oficial (Lei Paulo Gustavo) reforça a importância da arte como ato político e necessidade social.

  • A figura de “Skilo” dá rosto ao anonimato urbano de Teresina, denunciando exclusão, violência simbólica e invisibilidade.


Obtus entrega com esse videoclipe uma obra visual que complementa o poder da canção original: é uma provocação estética, uma chamada à ação — e, sobretudo, uma reafirmação de que punk e hardcore podem ser arte engajada e consciente.

Para mais informações, shows e merchandise:
https://www.instagram.com/obtushc/

terça-feira, 29 de julho de 2025

Resenha: Bruthus - Comigo Não

 

Por Edson Portela

Nota: 08.5/10.0

Conversei tem pouquíssimo tempo com esses cariocas malucos! O papo, de tão agradável, me fez viciar no seu álbum de estreia, o empolgante "Comigo Não". Eu já havia recebido uma cópia física desse trabalho, mas por questões de tempo, demorei muito para poder dar a devida atenção pra ele. Mal sabia eu, a merda que eu estava fazendo, em me privar de conhecer um disco tão divertido quanto este.

Letras escrachadas em português, críticas sociais, bom humor, ironia. Pois é meus amigos, neste play tem de tudo um pouco, para tentar atender até os mais chatos e criteriosos dos fãs. A produção é muito acima da média, acentuando o peso das cordas, principalmente. A arte gráfica me remeteu ao Guns N' Roses, mas as comparações com a trupe de Axl Rose param por aí, tendo em vista que a BRUTHUS percorre por um caminho muito mais pesado, e agradável aos meus ouvidos, diga-se! 

Eu gostei bastante do álbum inteiro, tanto que mal percebi que o estava ouvindo por repetidas vezes, no meu player do Spotify. As músicas de fato passam por cima da gente, com um peso descomunal, o que acaba por gerar uma conexão imediata. Pelo menos comigo foi assim, tanto que não paro de rememorar as ótimas "Festa de Maluco", "Fumada" e "Sem Noção". Não por acaso, essa trinca está na lista de mais escutadas na página oficial da banda, no já mencionado Spotify.

Pare tudo que vocês estiver fazendo, e vá apoiar a BRUTHUS! Além de ser prata da casa, dá um pau ferrado em muita banda gringa que tem por aí. Eu estou cada vez mais adepto ao que me foi apresentado, e espero ver muito mais em breve, com o lançamento de um novo álbum, de preferência.

Entrevista - Bruthus

 

- Bacana demais conhecer vocês da BRUTHUS. Fomos muito bem informados sobre vocês pela MS Metal Agency Brasil. Então fica aqui os nossos parabéns pela jornada. Como vão as coisas? O que vocês têm feito ultimamente?

Muito obrigado pelo espaço! Agradecemos pelos elogios! A Bruthus no momento está envolvida em 2 projetos nesses últimos 3 meses: trabalhando em novas composições e no nosso evento chamado “O Chamado da Bruthus”, que convidamos mais três bandas para participar! Foliões Overdrive, Zinabre e a Rota Old School estarão com a gente dia 9 de agosto na boate Zero22 em Nova Friburgo (RJ)!

- Conheci alguns Singles de vocês, e confesso que amei o álbum cheio. Este formato está nos planos novamente?

Sim, com certeza. Está no nosso radar para 2026.

- A letra inusitada de “Ladrão” ficou excelente. De quem partiu a ideia para registrar essa música? Parabéns pelo resultado...  

A música e letra saíram mesmo das nossas experimentações em estúdio. A gravamos com a produção do Jorge Guerreiro, que já havíamos trabalhado em “Nocaute”. Realmente é uma música com letra e refrão bem marcantes! Tem uma pegada pesada e atual!

- “Comigo Não” é autoral e bem maduro em toda a sua estrutura. Como vocês a avaliam depois de anos do seu lançamento?

Esse disco é de 2020, com nossas primeiras composições! Nossa banda foi formada em 2017, muitas músicas são até hoje cantadas nos shows! Foi um disco que foi gravado no Fusão Estúdio, por Thiago Bianchi, que com muita maestria captou a nossa “vibe” dos shows e a colocou no disco. As letras sempre serão atuais, pois retrata o dia a dia das pessoas e seus personagens.

- Vocês já definiram a possibilidade de abraçar de vez o inglês nas letras? Acho que vocês se dariam melhor no mercado internacional, desta forma, não?

A Bruthus “nasceu brasileira”..rs...desde o começo as letras são compostas em português. Usamos muitas gírias, é nossa maneira de nos expressar. O mercado internacional está cada vez mais globalizado, e a língua portuguesa sendo também referência na parte musical.

- Como funciona o trabalho de produção da banda quando está em estúdio? Vocês já estão trabalhando em algo novo neste sentido?

Sim, uma banda autoral deve estar sempre trabalhando em algo novo. Sempre rola antes dos ensaios de repertório umas “jams” entre o Peixe (guitarra) e o Sorin (bateria). Muitas ideias saem desses momentos.

- “Fumada” foi uma ótima surpresa. Vocês concordam que ela pode vir a se tornar uma música obrigatória nos shows da banda?

E já é uma das que não podem ficar de fora! Fizemos um clip muito maneiro e divertido! Muita gente conhece a Bruthus pelo clip! Foi nossa carta de apresentação!

- Eu também gostei bastante de ”Festa de Maluco”, mas ela se difere bastante das demais. Foi algo intencional ela ter esta estrutura tão própria?  

“Festa de Maluco” ao mesmo tempo que é simples, se tornou nosso hit! O refrão faz da frente do palco um verdadeiro pandemônio! A galera espera “para sacudir” conforme a letra diz! É muito divertido!

- 2025 ainda está rolando por aí. Quais os planos da BRUTHUS para este ano vigente?

Finalizar as 2 músicas que já estão praticamente prontas, já pensar no disco de 2026, e no clip de “Ladrão”.

- Parabéns novamente pelo trabalho de vocês, caras. Existiu algum assunto importante que não foi citado aqui?

O mais importante é que estamos na ativa, compondo, produzindo eventos, nos comunicando com outras bandas e com planos para o futuro! Somos os mesmos integrantes desde o início, somos irmãos que o metal uniu ainda mais! Acessem nossas redes sociais e ajude a divulgar as bandas autorais brasileiras!

sábado, 14 de junho de 2025

EMBER BRICK: confira agora a versão digital do seu novo trabalho

 

A banda EMBER BRICK confirmou que a versão digital do seu álbum homônimo, já está oficialmente disponível, com distribuição através da Tratore Music.

A versão física do álbum “Ember Brick” será lançada ainda neste primeiro semestre, através da MS Metal Records. A distribuição do referido produto, englobará os mercados europeu e asiático, no decorrer de todo vigente ano de 2025, além de 2026.

A arte da capa de “Ember Brick” foi assinada pelo artista Lucas Klepa, enquanto que a produção de áudio do material contou com a condução de Lisciel Franco, do Forest Lab Studio.

EMBER BRICK é uma banda de Heavy Metal, que explora vertentes que vão do Stoner Rock a lisergia dos anos 60, com pitadas de Hard Rock britânico dos anos 70 e não deixando de lado as influências do Grunge.

Com nítidas influências de Black Sabbath, Motörhead, Tool e Nirvana, a mistura é promissora. O trio é composto por Marinauta nos vocais e contrabaixo, Ivan nas percussões e André na guitarra. A banda gravou seu primeiro álbum de estúdio “Smoke Some Bricks”, com muita definição e atitude. O disco foi gravado de forma completamente analógica, na fita, e sem nenhum computador por perto, pelo próprio Lisciel Franco (@lisciel).

Em Junho de 2023, a banda retornou ao estúdio Forest Lab para gravar seu segundo disco de inéditas, com mais experiência e maturidade. Quanto à sonoridade, “pé na porta e tapa na cara”, disse Lisciel Franco, produtor e engenheiro de áudio do consagrado estúdio Forest Lab.

Para mais informações sobre as atividades da banda EMBER BRICK e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

https://open.spotify.com/album/4AYT6veaeEdnTeWEGKm2tJ?si=aJsJyr0uRuSJYWfeyNi5Nw 

quarta-feira, 4 de junho de 2025

RICKY DE CAMARGO: confirmada data de lançamento do seu novo álbum

 

O guitarrista e compositor RICKY DE CAMARGO confirmou que o seu mais novo álbum, intitulado “Beast Mode”, estará disponível nas principais plataformas de streaming do mercado, no próximo dia 25 de julho.

“Beast Mode” contará com sete canções inéditas, incluindo a faixa de trabalho, homônima, que já está disponível para audição nas plataformas de streaming.

Tracklist:

01. Tales from Oblivion
02. An Endless Journey
03. Beast Mode
04. Fury of the Planet
05. The Divinity of Chaos
06. Supernova
07. There You Have It

Em paralelo, o músico lançou um novo Single extraído de “Beast Mode”, intitulado “Supernova”. O referido trabalho, também foi disponibilizado no formato áudio visual, disponibilizado no canal oficial do artista no YouTube e que já conta com mais doze mil visualizações.

RICKY DE CAMARGO, nascido em Sorocaba, interior de São Paulo, em 1988, é um guitarrista brasileiro com uma carreira de mais de duas décadas dedicadas à música. Desde jovem, sua paixão pela guitarra o impulsionou a explorar diferentes estilos musicais.

Ao longo dos anos, Ricky consolidou sua reputação como músico de sessão, contribuindo para diversas produções musicais e ganhando reconhecimento por sua habilidade técnica e composições através de suas redes sociais. Sempre teve uma inclinação para seguir uma carreira solo, lançando três álbuns instrumentais que refletem sua jornada musical até o momento.

Seu terceiro álbum, “Relentless” de 2022, teve a honra de ser considerado para a primeira fase do Grammy Latino, uma conquista que destaca a qualidade de seu trabalho. O álbum contou com as participações de André Luckner na bateria e percussões. Contou também com a presença do mundialmente conhecido tecladista Derek Sherinian (Dream Theater, Sons of Apollo, Black Country Communion) na faixa “Nightmare”.

Atualmente, Ricky está prestes a lançar seu novo álbum, “Beast Mode”, que chegará aos ouvidos do público no segundo semestre de 2025. O álbum conta com 7 faixas instrumentais, com muito peso, técnica e composições que levarão Ricky a um próximo nível na carreira. O Single “Beast Mode” já conta com mais de 8000 visualizações no YouTube desde seu lançamento.

Discografia:

“Origins” 2019
“Maverick” 2021
“Relentless” 2022
“Beast Mode” 2025

Para mais informações sobre as atividades da marca RICKY DE CAMARGO e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

Resenha: Demon Noise - Black Wings

  Por Edson Portela Nota: 08.5/10.0 O retorno da DEMON NOISE ao cenário underground demonstra que o tempo de hiato serviu para fortalecer ...